segunda-feira, 18 de abril de 2011

PIN UP parte ll





NOVAS IMAGENS...

pin-ups



As pin-ups constituem-se num tipo leve de pornografia. As mulheres consideradas pin-ups são geralmente modelos e atrizes. Pin-up também pode se referir a desenhos, pinturas e outras ilustrações feitas por imitação a estas fotos.








domingo, 17 de abril de 2011

”Eu sou o mensageiro”


"Eu sou o mensageiro” é simplesmente um dos melhores livros que li nos últimos tempos. Me impressionou. É o segundo livro do autor que eu leio e agora quero ler mais, muitos mais. Acho o máximo descobrir do nada bons autores como esse. Ele tem algo de especial e diferente no narrar dos fatos. O autor é Marcos Zusak, escritor australiano, o mesmo do best-seller "A menina que roubava livros".


Nosso protagonista desta vez é Ed Kennedy, 19 anos, um verdadeiro loser. O moço não tem o menor jeito com as meninas, fala horrores de palavrão, é apaixonado pela melhor amiga (que dá pra todo mundo, menos pra ele), não sabe o que quer da vida, seu pai álcoolatra morreu e sua mãe é uma megera. Ed é taxista, divide sua casa e sua vida com um cachorro fedorento que adora café. Seu único hobbie é jogar cartas com seus amigos losers.Tudo muda quando ele milagrosamente impede um assalto em um banco, é considerado um herói e começa a receber cartas anônimas que aparentemente não fazem o menor sentido.Ao mesmo tempo em que o livro usa uma linguagem direta (até grosseira), consegue ser engraçado e sensibiliza em muitos momentos. Me tornei amiga de Ed e torci muito para que ele se livrasse das encrencas e que finalmente conseguisse concluir sua "missão"."Eu sou o mensageiro é uma jornada enigmática repleta de humor, socos e amor. Zusak nos faz enxergar o óbvio: o autoconhecimento é a primeira condição para darmos um passo à frente."


Download: http://www.4shared.com/document/0k0zYgML/Markus_Zusak_-_Eu_sou_o_Mensag.html


Fonte: toptres.blogspot.com

sexta-feira, 15 de abril de 2011

Cães de Aluguel - O Jogo


Se você é fã de Quentin Tarantino – o cineasta mais nerd da história da Sétima Arte – e se gosta de videogames, jogar Cães de Aluguel (Reservoir Dogs) é uma maneira interessante de revisitar um dos longas mais cultuados da história recente. Basta ligar o console pra se sentir em casa… a trilha sonora do filme já começa a tocar e a sensação de transporte é imediata. A introdução também agrada, apesar de não contar com os talentos ou as vozes do longa-metragem (a única exceção é Mr. Blonde, que tem as feições e a voz de Michael Madsen), recriando de forma poligonal seqüências inteiras do filme de assalto mais politicamente incorreto do século 20.



Reservoir Dogs", "Cães de Aluguel" no Brasil, é um dos filmes mais influentes da história cinematográfica recente e marcou a estréia de Quentin Tarantino na direção. No filme, cinco estranhos se aliam para cometer um roubo perfeito. Mas as coisas dão erradas e muitas mortes acontecem.A edição para videogames detalha o plano do roubo e esclarecer pontos da trama que não ficaram esclarecidas na versão cinematográfica, como o destino de Blue e Brown ou onde Pink escondeu os diamantes.


As fases intercalam as fugas a pé do banco assaltado (cada um dos “cães de aluguel” tem a sua), com trechos dentro de carros, visando chegar ao armazém. Essa última não traz qualquer novidade ao gênero, já que consiste apenas do velho pé na tábua, tentando detonar o veículo o mínimo possível. Já as fases a pé, em terceira pessoa, são bem mais legais. Além de atirar nos policiais e seguranças, há a possibilidade de desarmá-los usando os reféns – e eles existem aos montes conforme você cruza fábricas, lojas e outros estabelecimentos. Para ter um segurança sob o seu comando é fácil: basta dar uma chave de braço em um inocente e gritar para que ele coloque a arma no chão. Já policiais precisam de uma forcinha extra – nada que uma coronhada na cabeça do escudo humano não resolva. Isso sem falar dos membros da SWAT, que precisam saber que você não está brincando… uma vez desarmados, personagens podem ser obrigados a ficar de joelhos ou executarem outras tarefas, como abrir um cofre.


Dependendo de seu estilo de jogo, sua pontuação pode variar de psicopata a criminoso profissional. O primeiro mantém a contagem de corpos lá no alto (desfrutando da boa variedade de armas e do modo “festa dos tiros”, um bullet-time genérico), enquanto o segundo desarma, se esgueira e evita o banho de sangue. E por falar em sangue, toda a polêmica em torno do jogo, que causou até seu banimento na Austrália, é injustificada. Há o sangue ocasionado pelos disparos – como 99% dos games do gênero -, mas as cenas realmente violentas ficam apenas na sugestão e acontecem fora da tela. Ouvem-se os gritos, mas não se vê o ato.


O problema é que, com o tempo, o game começa a parecer repetitivo. Mas ainda assim há boa dose de diversão. Os cenários são muito bem feitos (o armazém é fielmente recriado) e o tiroteio na garagem é memorável. Se o jogo não inova, pelo menos fica acima da média das adaptações de filmes para os games. Vale conferir


. Fontes: http://www.bravus.net/ anarcojogos.brogspot.com

Aracnofobia

Em 1990 Frank resolveu se aventurar na direção e seu trabalho de estréia é este "Arachnophofia" (Aracnofobia, no Brasil), uma produção que, basicamente, explora o horror de alguns a aranhas.


Aqui temos a história do médico, Dr. Ross Jennings (Jeff Daniels), que decide se mudar com a família para o interior da Califórnia. Quando seus pacientes começam a morrer misteriosamente, as suspeitas são de que as mortes tenham sido provocadas por aranhas que existem em sua casa. No entanto, o Dr. Ross é aracnofóbico, mas os acontecimentos que se passam na cidade podem ser a solução para ele acabar de vez com o medo que o persegue desde a infância.Mesmo visto hoje, este primeiro trabalho de Frank Marshall como diretor é um suspense razóavel. O roteiro de Don Jakoby e Wesley Strick com base em argumento de Don Jakoby e Al Williams possui vários momentos de tensão. Além disso, o filme tem um bom elenco: além de Jeff Daniels, Henry Jones, John Goodman e Julian Sands (este último mostrando um pouco mais de esforço e convencendo no papel).No entanto, longe de fazer um filme de terror pesado e sombrio, Frank preferiu apostar na comicidade como um dos elementos de sua primeira experiência na direção. Não se pode dizer que o diretor fez uma obra-prima do gênero (muito embora tenha sido vendido como tal na época do lançamento), mas também não fez feio. O produtor voltou ao trabalho de diretor em pelo menos mais três projetos para a tela grande: "Alive" (Vivos, no Brasil) de 1993, "Congo" de 1995 e "Eight Below" (Resgate Abaixo de Zero, no Brasil) de 2006.


Em "Arachnophofia" também é mostrado como as aranhas aparecem. Daí, os ataques mostrados na tela às vezes assustam, às vezes fazem rir. Para criar os efeitos das aranhas sendo esmagadas após serem pisoteadas foram usados pequenos pacotes de mostarda, em sequências até convincentes de efeitos especiais (que não usam CGI)."


Arachnophobia" é um filme interessante e rende alguns sustos nos 103 minutos montados por Michael Kahn (habitual colaborador de Steven Spielberg) cujo ritmo, visto hoje, soa um pouco lento, mas é simples e eficiente. A fotografia de Mikael Salomon (indicado ao Oscar por "O Segredo do Abismo" e "Backdaft - Cortina de Fogo") aliada à trilha sonora de Trevor Jones ajuda a dar um ótimo clima ao filme, que cumpre o seu papel de entretenimento, agrada o espectador com seu bom humor e tem uma estrutura narrativa simples mais eficiente, fazendo deste, um típico filme para lazer. Com um orçamento de US$ 31 milhões,

"Arachnofobia" estreou nos EUA dia 20/07/1990 em 1,479 salas (chegando a um máximo de 2,005 salas) e a arrecadação foi de US$ 53,208,180 por lá.

Pânico 4




Quando o primeiro filme da franquia Pânico foi lançado em 1996, o que mais chamou a atenção do público foi a maneira como o longa conseguiu juntar ao mesmo tempo os sustos comuns nos filmes slash e uma paródia-crítica aos filmes do gênero, ressaltando seus clichês e fórmulas, culminando assim em um interessante e divertido exercício de metalinguagem. Além disso, o original possuía uma linha de raciocínio lógica e uma trama que foi mantida como base para a existência das duas continuações, resultando em uma trilogia que se fechava em si mesma. Dessa forma, muitos fãs se perguntavam como a série continuaria mantendo sua lógica depois de um ciclo fechado com a criação do que promete ser uma nova trilogia. O resultado, porém, eleva ainda mais o nível da história de Sidney, Gale e Dewey, os sobreviventes dos primeiros três filmes.

Nesta nova história, Sidney Prescott (Neve Campbell) retorna à cidade onde tudo começou para lançar um livro sobre sua nova vida. Mas a morte continua rondando a principal sobrevivente dos terríveis crimes e eles voltam a acontecer, deixando todo mundo (com trocadilho) em pânico. Será que ela morre desta vez?
Se o exercício metalinguístico do primeiro filme dizia respeito aos filmes slashs de terror; se o do segundo filme se referia basicamente a continuações puramente comerciais, dizendo que as continuações nunca superavam os originais; se o terceiro longa se focava em trilogias onde as “regras” dos originais eram quebradas, esse novo Pânico se baseia claramente em franquias que nunca tem fim ou a franquias que retornam depois de tempos esquecidas com remakes – com citações diretas a Jogos Mortais, Sexta-Feira 13 e Halloween. O roteirista Kevin Williamson (o mesmo da série inicial – Pânico 3, o mais fraco da franquia, foi escrito por Ehren Kruger baseado em anotações deixadas por Williamson para o desfecho da série) aposta nos mesmos diálogos rápidos e recheados de referências pop para abraçar seu novo público. Ele ainda cria referências e critica a Internet, com destaque para Facebook, Twitter e não-diretamente-citado YouTube, além de ótimas referências a filmes anteriores da série e a, de longe, melhor introdução da franquia. Trazendo uma conclusão (por conclusão leia-se “identidade do Ghostface + motivo”) que perde apenas para o original – as motivações do Ghostface do longa de 96 eram um pouco mais surpreendentes, bem boladas e menos moralistas –, Pânico 4 veio para resgatar a ideia de que o que filmes de terror precisam é apenas de um roteiro e história bem estruturados e atuações que ultrapassem os berros. Porém, é como Sidney diz lá pelas tantas do filme: “O remake nunca supera o original”.

A menina que roubava livros - Livro

Eis um pequeno fato.. .Você vai morrer

Sinopse: A trajetória de Liesel Meminger é contada por uma narradora mórbida, surpreendentemente simpática. Ao perceber que a pequena ladra de livros lhe escapa, a Morte afeiçoa-se à menina e rastreia suas pegadas de 1939 a 1943. Traços de uma sobrevivente: a mãe comunista, perseguida pelo nazismo, envia Liesel e o irmão para o subúrbio pobre de uma cidade alemã, onde um casal se dispõe a adotá-los por dinheiro. O garoto morre no trajeto e é enterrado por um coveiro que deixa cair um livro na neve. É o primeiro de uma série que a menina vai surrupiar ao longo dos anos. É possível sentir-se oprimido e impressionado em alguns momentos do romance, mas o impacto que ele causa é a sua própria força. Inovador na sua linguagem, o autor alterna a linearidade narrativa com antecipações de fatos da própria história. A menina que roubava livros é um conto longo e envolvente, pontuado pelos comentários da narradora.


Uma história audaciosa que com certeza se tornará um clássico da literatura mundial e ler-se-á admirando extensamente o cenário perfeito em que os livros se transformam em tesouros e que resistiram à tirania, ao medo e à morte.Um dos melhores livros já publicados até agora, recomendado para todos os pais e indicado para todos os adolescentes e jovens, todos irão se surpreender com a menina Liessel. Download: www.4shared.com/.../A_Menina_Que_Roubava_Livros_-_.html