sexta-feira, 15 de abril de 2011

Aracnofobia

Em 1990 Frank resolveu se aventurar na direção e seu trabalho de estréia é este "Arachnophofia" (Aracnofobia, no Brasil), uma produção que, basicamente, explora o horror de alguns a aranhas.


Aqui temos a história do médico, Dr. Ross Jennings (Jeff Daniels), que decide se mudar com a família para o interior da Califórnia. Quando seus pacientes começam a morrer misteriosamente, as suspeitas são de que as mortes tenham sido provocadas por aranhas que existem em sua casa. No entanto, o Dr. Ross é aracnofóbico, mas os acontecimentos que se passam na cidade podem ser a solução para ele acabar de vez com o medo que o persegue desde a infância.Mesmo visto hoje, este primeiro trabalho de Frank Marshall como diretor é um suspense razóavel. O roteiro de Don Jakoby e Wesley Strick com base em argumento de Don Jakoby e Al Williams possui vários momentos de tensão. Além disso, o filme tem um bom elenco: além de Jeff Daniels, Henry Jones, John Goodman e Julian Sands (este último mostrando um pouco mais de esforço e convencendo no papel).No entanto, longe de fazer um filme de terror pesado e sombrio, Frank preferiu apostar na comicidade como um dos elementos de sua primeira experiência na direção. Não se pode dizer que o diretor fez uma obra-prima do gênero (muito embora tenha sido vendido como tal na época do lançamento), mas também não fez feio. O produtor voltou ao trabalho de diretor em pelo menos mais três projetos para a tela grande: "Alive" (Vivos, no Brasil) de 1993, "Congo" de 1995 e "Eight Below" (Resgate Abaixo de Zero, no Brasil) de 2006.


Em "Arachnophofia" também é mostrado como as aranhas aparecem. Daí, os ataques mostrados na tela às vezes assustam, às vezes fazem rir. Para criar os efeitos das aranhas sendo esmagadas após serem pisoteadas foram usados pequenos pacotes de mostarda, em sequências até convincentes de efeitos especiais (que não usam CGI)."


Arachnophobia" é um filme interessante e rende alguns sustos nos 103 minutos montados por Michael Kahn (habitual colaborador de Steven Spielberg) cujo ritmo, visto hoje, soa um pouco lento, mas é simples e eficiente. A fotografia de Mikael Salomon (indicado ao Oscar por "O Segredo do Abismo" e "Backdaft - Cortina de Fogo") aliada à trilha sonora de Trevor Jones ajuda a dar um ótimo clima ao filme, que cumpre o seu papel de entretenimento, agrada o espectador com seu bom humor e tem uma estrutura narrativa simples mais eficiente, fazendo deste, um típico filme para lazer. Com um orçamento de US$ 31 milhões,

"Arachnofobia" estreou nos EUA dia 20/07/1990 em 1,479 salas (chegando a um máximo de 2,005 salas) e a arrecadação foi de US$ 53,208,180 por lá.

Pânico 4




Quando o primeiro filme da franquia Pânico foi lançado em 1996, o que mais chamou a atenção do público foi a maneira como o longa conseguiu juntar ao mesmo tempo os sustos comuns nos filmes slash e uma paródia-crítica aos filmes do gênero, ressaltando seus clichês e fórmulas, culminando assim em um interessante e divertido exercício de metalinguagem. Além disso, o original possuía uma linha de raciocínio lógica e uma trama que foi mantida como base para a existência das duas continuações, resultando em uma trilogia que se fechava em si mesma. Dessa forma, muitos fãs se perguntavam como a série continuaria mantendo sua lógica depois de um ciclo fechado com a criação do que promete ser uma nova trilogia. O resultado, porém, eleva ainda mais o nível da história de Sidney, Gale e Dewey, os sobreviventes dos primeiros três filmes.

Nesta nova história, Sidney Prescott (Neve Campbell) retorna à cidade onde tudo começou para lançar um livro sobre sua nova vida. Mas a morte continua rondando a principal sobrevivente dos terríveis crimes e eles voltam a acontecer, deixando todo mundo (com trocadilho) em pânico. Será que ela morre desta vez?
Se o exercício metalinguístico do primeiro filme dizia respeito aos filmes slashs de terror; se o do segundo filme se referia basicamente a continuações puramente comerciais, dizendo que as continuações nunca superavam os originais; se o terceiro longa se focava em trilogias onde as “regras” dos originais eram quebradas, esse novo Pânico se baseia claramente em franquias que nunca tem fim ou a franquias que retornam depois de tempos esquecidas com remakes – com citações diretas a Jogos Mortais, Sexta-Feira 13 e Halloween. O roteirista Kevin Williamson (o mesmo da série inicial – Pânico 3, o mais fraco da franquia, foi escrito por Ehren Kruger baseado em anotações deixadas por Williamson para o desfecho da série) aposta nos mesmos diálogos rápidos e recheados de referências pop para abraçar seu novo público. Ele ainda cria referências e critica a Internet, com destaque para Facebook, Twitter e não-diretamente-citado YouTube, além de ótimas referências a filmes anteriores da série e a, de longe, melhor introdução da franquia. Trazendo uma conclusão (por conclusão leia-se “identidade do Ghostface + motivo”) que perde apenas para o original – as motivações do Ghostface do longa de 96 eram um pouco mais surpreendentes, bem boladas e menos moralistas –, Pânico 4 veio para resgatar a ideia de que o que filmes de terror precisam é apenas de um roteiro e história bem estruturados e atuações que ultrapassem os berros. Porém, é como Sidney diz lá pelas tantas do filme: “O remake nunca supera o original”.

A menina que roubava livros - Livro

Eis um pequeno fato.. .Você vai morrer

Sinopse: A trajetória de Liesel Meminger é contada por uma narradora mórbida, surpreendentemente simpática. Ao perceber que a pequena ladra de livros lhe escapa, a Morte afeiçoa-se à menina e rastreia suas pegadas de 1939 a 1943. Traços de uma sobrevivente: a mãe comunista, perseguida pelo nazismo, envia Liesel e o irmão para o subúrbio pobre de uma cidade alemã, onde um casal se dispõe a adotá-los por dinheiro. O garoto morre no trajeto e é enterrado por um coveiro que deixa cair um livro na neve. É o primeiro de uma série que a menina vai surrupiar ao longo dos anos. É possível sentir-se oprimido e impressionado em alguns momentos do romance, mas o impacto que ele causa é a sua própria força. Inovador na sua linguagem, o autor alterna a linearidade narrativa com antecipações de fatos da própria história. A menina que roubava livros é um conto longo e envolvente, pontuado pelos comentários da narradora.


Uma história audaciosa que com certeza se tornará um clássico da literatura mundial e ler-se-á admirando extensamente o cenário perfeito em que os livros se transformam em tesouros e que resistiram à tirania, ao medo e à morte.Um dos melhores livros já publicados até agora, recomendado para todos os pais e indicado para todos os adolescentes e jovens, todos irão se surpreender com a menina Liessel. Download: www.4shared.com/.../A_Menina_Que_Roubava_Livros_-_.html

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Dino Crisis


Dino Crisis é um jogo lançado em 1999 para Playstation pela Capcom. O jogo teve também as continuaçoes Dino Crisis 2, Dino Stalker e Dino crisis 3.Com o grande sucesso de Resident Evil, a Capcom resolveu lançar uma franquia no mesmo estilo, dessa vez, porém, ao invés de uma mansão cheia de zumbis, o jogador teria de explorar uma terrível ilha povoada por dinossauros dentro de um gigantesco complexo de pesquisas. O jogo conta a história de uma unidade de resgate chamada S.O.R.T., que tem de ir a uma ilha desconhecida chamada Ibis. O cientista Edward Kirk é uma autoridade mundial em pesquisas energéticas e, aparentemente, morreu a anos atrás. Na verdade, ele está vivo e como se não bastasse está trabalhando com um grupo de pesquisas numa ilha isolada. Quando o governo descobre, resolve mandar um grupo pra trazer Kirk de volta a seu país de origem. A série nunca revelou qual país é este, mas tudo leva a crer que seja os Estados Unidos, já que todos falam inglês e tem nomes muito comums nos EUA. O cientista desenvolveu uma fonte de energia que seria totalmente limpa chamada de Third Energy (algo como terceira energia). Os membros da S.O.R.T. chegam ao local de para-quedas. Um deles (Cooper) morre logo no começo quando aterrissa num local errado e é devorado por um T-rex. Os outros três chegam ilesos na ilha, e descobrem que o lugar está cheio de dinossauros, e que quase todos os humanos foram mortos, provavelmente pelos dinosauros. No meio do jogo, o grupo encontra o Dr. Kirk, ele lhes revela que a Third Energy é capaz de transportar objetos e seres, e que a razão para aqueles dinossauros estarem ali é porque pela quantidade de energia empregada é possível até mesmo viajar no tempo e trazer outros tipos de seres ou objetos do passado ou do futuro para o presente. O jogo nunca deixa claro se Kirk é o responsável por aqueles dinossauros estarem ali ou se isso foi um acidente durante as pesquisas. A trama é bem interessante, mas tem muita similaridade com RE, porém, não é a toa! O criador e idealizador desse projeto é Shinji Mikami, o mesmo de RE. Mikami já chegou a produzir clássicos importantes da história dos vídeo games como a excelente série Onimusha.


Regina: é a protagonista do jogo, diferentemente de Resident Evil 1, onde era possível escolher entre dois personagens. Em Dino Crisis 1 só é possível jogar com ela. Regina ainda é novata, mas é muito bem disciplinada e conhece diversos tipos de arma, além de ser esperiente em customização de armas de fogo. Ela usa uma pistola como arma padrão.

domingo, 10 de abril de 2011

O albergue parte ll


O albergue parte 2 começa exatamente onde o primeiro filme parou, mostrando Paxton (Jay Hernandez) já nos hospital se recuperando dos ferimentos sofridos no primeiro filme. Depois de alguns acontecimentos caótico envolvendo Paxton, somos apresentados a três lindas americanas que estudam na Itália, As mocinhas são a rica e independente Beth (Lauren German,) atirada loirinha Whitney (Bijou Phillips) e a feiosa, CDF e virgem Lorna (Heather Matarazzo) Na aula em questão, elas conhecem uma nova modelo, a bela Axelle (Vera Jordanova), que se emociona com o desenho que Beth faz dela.Beth e Whitney combinam em sair de férias do curso para passar uma temporada em praga, Beth acaba convidando Lorna para ir junto, no trem elas encontram sem querer querendo Axelle, que logo as convidam para ir para a cidade eslovaca de Bratislava, onde fica localizado um albergue.

Tudo continua igual no “hostel” após a passagem de Paxton, Josh e Oli por lá: o local ainda está repleto de gostosas, a TV local continua passando PULP FICTION dublado em eslovaco e o rapaz da recepção é o mesmo, com sua aparente cara de inocência. Ele entrega as chaves ás garotas e pede que deixem seus passaportes no balcão. Tão logo o trio vai até seus quartos, o rapaz desce ao porão do albergue, escaneia as fotos dos passaportes e joga na internet, iniciando o leilão virtual para as três novas vítimas, ai o filme começa a se diferenciar do primeiro Hostel, com brilhante idéia de Eli Roth, de mostrar o outro lado da moeda mostrando talvez na melhor cena do filme todo, como as vitimas são “leiloadas”, o que leva um ser humano a torturar e matar por puro prazer outro ser humano, a preparação pre-tortura, mostrando como é a escolha das armas, e roupas do “torturador”, mostrando também que um membro da Elite Hunting, NUNCA pode “quebrar o contrato”.

O albergue parte 2 é um filme inferior a seu antecessor, mas com um final surpreendente, é um filme bem legal para se assistir numa noite em que você não tem nada melhor para fazer, tem lá seus pontos positivos, como eu expliquei ali em cima, e por isso merece ser conferido.

The Evangelist

Senhoras e senhores, Gorillaz apresenta The Evangelist, novo integrante da banda, que você confere na foto a baixo. O novo membro do Gorillaz é um personagem semi-humano, com garras nas mãos e um aquário na cabeça. Ele foi apresentado aos fãs no último dia 11, após ter sido escolhido entre cerca de 5000 desenhos que foram enviados e após cinco rodadas de votações online. A figura final foi adaptada pelo co-criador do Gorillaz , Jamie Hewlett baseada na criação do vencedor, um fã que atende sobre o apelido de Jirouta. A descrição dada por Albarn e Hewlett, para a confecção do personagem é que ele é "o oposto do bicho-papão, a luz de sua estranha sombra. Ele ou ela pode ser considerado como o adversário do bicho-papão".

Pânico 1

Um serial killer, fanático por filmes de terror, vem assustando cada vez mais uma pequena e pacata cidade do interior da Califórnia em 1996 ao assassinar brutalmente os jovens da cidade. Primeiro, ele telefona para alguém fazendo perguntas sobre filmes de terror. Se a vítima errar a resposta, ele depois invade a casa dela e mata-a a facadas.
O problema é que ninguém sabe quem pode ser o assassino, já que ele usa uma máscara de fantasma (Ghostface) e um facão para abrir suas vítimas de cima a baixo. Em uma tentativa das do assassino, este falha ao tentar matar a jovem Sidney Prescott, que sobrevive por muita sorte. A partir daí, o assassino passa a ficar obcecado por Sidney e passa a tentar matá-la constantemente. Sidney teve a sua mãe assassinada 1 ano antes, da mesma forma que os amigos de Sidney estão sendo assassinados agora. Talvez até haja uma ligação do assassino da mãe de Sidney com o atual assassino...
Na metade da década de 1990, Scream foi responsável pelo movimento conhecido como terror teen. Visto seu grande sucesso, os estúdios passaram a investir em filmes com a mesma temática, dentre eles "Eu Sei O Que Vocês Fizeram No Verão Passado", "Lenda Urbana" e "Anatomia".

Se quando estreou, "Scream" foi colocado no mesmo patamar dos grandes "slashers" do passado, hoje ele é visto como um cult movie, um clássico, uma exceção. Um filme que representou toda uma geração na década de 1990 e que ainda hoje serve de inspiração para várias outras produções. Felizmente são poucos aqueles que torcem o nariz para o filme, que acabam julgando a obra pelos caça-níqueis gerados por ele ou simplesmente pelo fato de ter feito um estrondoso sucesso, mas a verdade é que "Scream" será lembrado para sempre e terá seu lugar reservado na lista dos melhores filmes de terror de todos os tempos.