terça-feira, 28 de julho de 2009

sexta-feira, 17 de julho de 2009

a era do gelo 3

quebra o gelo entre gerações


Franquia de animação continua com fôlego e fica ainda melhor no formato digitalA era do gelo 3 é um cabo-de-guerra entre passado e futuro. De um lado, a bem-sucedida franquia do brasileiro Carlos Saldanha traz de volta os nossos conhecidos amiguinhos préhistóricos: os mamutes Manny e Ellie, o tigre dente-de-sabre Diego e o preguiça Sid, além da doninha Buck, uma espécie de Indiana Jones da selva, só que mais lelé. Ao mesmo tempo, a série faz sua estreia no formato 3D, tecnologia com eterna promessa de rebaixar a paleozoico o cinema feito até agora. Neste puxa pra lá, nessa briga entre o ontem e o amanhã, quem ganha mesmo é o presente. Sim, o terceiro episódio da saga se passa há milhares de anos – e ainda revive os dinossauros, extintos há outros milhões deles e que agora vivem num paraíso perdido à la Jurassic Park. E, sim, também, o futurista 3D dá a impressão de que, a qualquer hora, o esquilo Scrat vai dar um duplo twist carpado e arremessar no colo do espectador, atrás da noz fujona que, agora, disputa com uma pretendente. Mas os valores que arrebatam plateias desde o nascimento do cinema continuam atuais: os laços afetivos de um grupo disfuncional. Sem dúvida, uma bela forma de quebrar o gelo da crise na indústria cinematográfica.



Os longa-metragens de animação buscam divertir a um só tempo crianças e pais. Em geral, esse tipo de filme ou cai para o lado adulto, como Shrek, ou acaba optando pelo lado infantil, como Monstros vs. alienígenas. O equilíbrio entre os dois públicos é o achado do brasileiro Carlos Saldanha, diretor de A era do gelo 3, que estreia nesta semana em formatos 2-D e 3-D.
Saldanha diz que faz animações mais para se divertir que contemplar qualquer tipo de audiência. Mesmo assim, ele já ganhou a fidelidade de adultos e crianças – a começar pelas suas, Manuela, de 11 anos, Sofia, de 8, e Júlia, de 1 ano (sem contar o menino ainda na barriga de sua mulher), que assistiram na segunda-feira da semana passada a uma pré-estreia da animação. “Elas adoraram. E aprovaram os novos personagens”, diz ele, de Hoboken, Nova Jersey, onde mora

Grande parte da aventura é ambientada no mundo dos dinossauros. Ali, os personagens vão conhecer a doninha Buck, cuja missão é usar da malandragem para vencer os temíveis répteis.


Desta vez, o esquilo Scrat, a vinheta da série, divide sua atenção entre a inalcançável noz e Scratita, uma fêmea charmosa e mais inteligente. As confusões glaciais têm qualidade para envolver toda a família.

sexta-feira, 10 de julho de 2009

Marvel Nemesis - Os Imperfeitos

Os Imperfeitos

Niles Van Roekel, um cientista maligno, chega ao planeta Terra para conduzir seus experimentos sinistros. Ele transforma qualquer criatura - da mais tímida à mais poderosa - em perigosas máquinas de combate tecnológicas. A cada mil anos ele passa por aqui para testar suas monstruosidades, mas desta vez encontrará heróis como o Coisa, Wolverine, Homem-Aranha e Elektra, que acabarão envolvidos na aventura.

Minissérie produzida para o lançamento do jogo Marvel Nemesis, lançada lá por 2005, a história se passa muito muito antes dos principais eventos dos últimos anos da Marvel. Escrita por Greg Pak e desenhos do brasileiro Renato Arlem. Boa leitura!

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Marvel Nemesis - Os Imperfeitos 1 de 6

Marvel Nemesis - Os Imperfeitos 2 de 6

Marvel Nemesis - Os Imperfeitos 3 de 6

Marvel Nemesis - Os Imperfeitos 4 de 6

Marvel Nemesis - Os Imperfeitos 5 de 6

Marvel Nemesis - Os Imperfeitos 6 de 6

terça-feira, 7 de julho de 2009


Paraíso Perdido: Inferno faz ficção em torno de preceitos religiosos: o anjo Gabriel, "porteiro"do céu e do inferno, se vê metido em uma série de enrascadas ao encontrar um velho conhecido que virou demônio
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http://www.mediafire.com/?zgryyodzdu2

http://www.mediafire.com/?vdzmxnlim2o

http://www.mediafire.com/?jwbmk2d3wjy

sábado, 4 de julho de 2009

Justiceiro: Zona de Guerra


O Justiceiro já teve outros dois filmes, um com Dolph Lundgren em 1989 que é uma bosta e que de Justiceiro da Marvel num tem nada, a não ser o fato de se chamar Justiceiro e ter a família assassinada. Fora isso, nem a caveira no peito tem, se limitando a ter uma referência com o Frank Castle apenas por uma caveira numa faca (!) e mais nada. Já a outra versão é mais recente, é uma com Thomas Jane ali de 2004 e que esse pelo menos teve mais a ver, inclusive com o visual, mas mudaram um pouco a história. Besteira, só os fãs mais ardorosos ficaram enfezados, que é o lance com a família de Castle é assassinada. Invés de ser num parque, é durante um churrasco em família, com outras tantas. Esse é menos ruim.


Mas como deveria ser um filme do Justiceiro, um cara amargurado que viu a família ser morta num fogo cruzado entre mafiosos? Eu não sei o que os críticos esperavam de um filme como esse, mas não dá pra sair algo pra Oscar daí. A maior referência agora para um filme baseado em quadrinhos é Batman- O Cavaleiro das Trevas, que conseguiu deixar um filme que tem um personagem de quadrinhos num patamar alcançado por poucos filmes do gênero. Mas então como avaliar Justiceiro: Zona de Guerra? É como eu falei: tem de desligar o cérebro e curtir a ação. Não espere assistir um Batman- Cavaleiro das Trevas ou X-Men 2, que são produções muito boas, com temas fortes, roteiros bem escritos e direção bem traçada. Esse novo Justiceiro é aquele que vemos numa cruzada suicida dentro da criminalidade de Nova Iorque. É um Justiceiro mais parecido com os quadrinhos. Por tanto, essa nova versão é sim bem mais fiel às suas origens, principalmente a fase escrita por Garth Ennis.


Podemos ver cabeças estourando, gente explodindo no ar, violência gratuita o tempo todo. E é esse o calcanhar de Aquiles do filme. Não tem enredo. Tem um fiapo de história vem fácil de ser resumida aqui. Frank Castle continua sua jornada para acabar com o tráfico da cidade, pegando pesado, entrando nas casas dos mafiosos e provocando o caos.
se você desligar o cérebro, dá pra assistir na boa. Com muita pipoca e no comecinho da noite junto a outros amigos que gostam de quadrinhos pra ficar conversando durante uma ou outra cena. Se você não assistir dessa maneira, pode desistir de assistir que será perca de tempo.

Amaldiçoados (Cursed)


Na história, os órfãos Ellie (Christina Ricci) e Jimmy (Jesse Eisenberg) estão voltando para casa quando batem em algo muito grande (e peludo), rodam na pista e atingem um carro que estava vindo na direção contrária, que rola barranco abaixo. Enquanto tentam ajudar a outra vítima do acidente, ouvem barulhos na mata. Após alguns minutos de tensão, finalmente conseguem soltar a menina, que é violentamente levada por algo que parecia ser um lobisomem. Tudo acontece muito rápido e o fato de não vermos nada torna a cena muito boa.
Os dois irmãos saem dali com algumas unhadas e dentadas profundas o suficiente para fazê-los ficar em casa nas noites de lua cheia. Enquanto o menino gosta da idéia e tira vantagem da força adquirida e dos hormônios que passa a exalar, a sua irmã acha tudo aquilo uma bobagem sem tamanho e só se preocupa com seu relacionamento com Jake (Joshua Jackson), que está passando por uma fase complicada.
A trama vai se desenvolvendo, pessoas vão morrendo e o lobisomem finalmente aparece. A computação gráfica utilizada no monstro é tão boa quanto a utilizada em Van Helsing (2004) - e isso não é um elogio. Quando finalmente chegamos ao clímax, o vilão - no melhor estilo Scooby-doo - se desmascara e conta o que realmente queria com tudo aquilo. Sentiu o drama, né?
Veja bem, o filme não é ruim, mas está longe de ser algo digno de nota. Os personagens são tão desinteressantes que é perigoso você nem se lembrar do nome deles quando as luzes se acenderem. Ah, só para você saber, o nome da única bonitinha em cena é Kristina Anapau, que interpreta Brooke. Se ao menos tivessem contratado mais beldades para ficar correndo de um lado para o outro enquanto são dilaceradas, mas nem nisso eles pensaram.

eu sou a lenda


Quando cientistas descobrem a cura para o câncar, eles também, sem intenção, liberam um vírus que dizima quase toda a humanidade. A maioria dos habitantes terrestres morrem imediatamente. Aqueles que sobrevivem a infecção, se tornam canibais sedentos por sangue que não toleram contato direto com a luz do sol. Os únicos imunes ao vírus se tornam presas das bestas infectadas. Três anos se passam e não sobra ninguém… exceto por Robert Neville (Will Smith) - O Último Homem na Terra.

Nessa adaptação de um livro de 1954, Will Smith interpreta o cientista Robert Neville, a única pessoa imune a um vírus que transformou toda a raça humana em mortos-vivos antropófagos. E como ele aparentemente é o último homem sobre a Terra, Neville é o petisco mais cobiçado pelos monstrengos. A luta para continuar vivo enquanto combate os zumbis, a solidão, a desesperança e o desespero dão a tônica ao filme.

“Eu Sou a Lenda” nos dá o gosto de sentir o que seria ficar sozinho em uma cidade tão grande como Nova York. A depressão, a fome, o silêncio, a falta de esperança e a solidão são palpáveis. Me senti submerso naquele mundo vazio. Will Smith está muito bem e já provou que pode atuar.
mesmo com um final decepcionante, eu ainda gostei muito